Cerca de um ano depois, a Jovouga volta a subir ao palco. É já no próximo dia 24 de Novembro. O espectáculo está marcado para as 21h30, no Centro das Artes e do Espectáculo de Sever do Vouga. “Uma mensagem de esperança” é o título da peça, um trabalho original que fala da tolerância, da amizade e da solidariedade.

A crise dos refugiados, um dos maiores desafios da atualidade mundial é o mote para o novo espectáculo produzido pela Jovouga. “Esta é a história de uma família de muitas famílias... Yasmin e Aisha ficam órfãs num dos tantos ataques sírios... Samira perde quase toda a sua família nos mesmos... Mas o infortúnio das três acaba por as juntar e, agora em família, vêm para Portugal, onde enfrentam preconceitos, mas onde também são acarinhadas. Como será agora viver num país que desconhecem e com costumes tão diferentes dos quais estão habituadas?”. As respostas, só mesmo na estreia deste espectáculo que quer deixar um espaço de reflexão.

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Já passaram dez anos desde que as primeiras crianças severenses pisaram o Estádio Municipal para dar os primeiros toque nas bola. Naquele altura, dois jovens severenses, Isaque Costa e André Martins, tinham um sonho e tiveram a coragem de lutar para que esse se tornasse real. E assim foi. Uma década depois a escola é um exemplo em toda a região e conta com mais de cem atletas inscritos. O Jornal Beira Vouga foi ao aniversário e esteve à conversa com os diretores que confessam nunca ter esperado chegar tão longe. De olhos postos no futuro garantem que o melhor ainda está para vir. Há novos projeto a ser preparados.

Dez anos depois, olhamos para trás e recordamos como tudo começou. “Ambos tiramos a licenciatura em desporto, variante treino desportivo de alto rendimento, vertente futebol. Um curso que foi em grande parte direcionado para a área de futebol e cuja paixão por esta modalidade já era antiga. Mesmo antes de terminarmos o curso, comentamos, entre nós, que uma das lacunas em Sever do Vouga era a não existência de formação desportiva na área do futebol. Então esta nossa paixão pela modalidade, aliado ao facto de querermos inovar e dar um ensino de qualidade aos nossas jovens e também ao facto de haver um projecto para o Estádio Municipal ser relvado impulsionou a criação desta escola”, recorda Isaque Costa.

Entretanto passou-se uma década de trabalho e, de desafio em desafio, a escola é hoje um projeto sólido e em franco crescimento. “O crescimento da escola foi sustentado em muito trabalho de uma equipa enorme de treinadores, diretores, familiares, amigos, encarregados de educação e atletas. Ao longo destes 10 anos tivemos experiências fantásticas, conhecemos pessoas incríveis e os momentos positivos foram amplamente superiores aos negativos”, resume André Martins confessando que os resultados são muito recompensadores. “Nunca pensamos no primeiro dia de treinos termos tantas crianças e embora ambiciosos nunca poderíamos prever que passados 10 anos a escola contasse com mais de 120 jovens, 16 diretores, 9 treinadores, 5 equipas federadas e mais 2 equipas não federadas”, refere.

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Já é tradição e tradição é para cumprir. O Centro das Artes e do Espetáculo vai assinalar 17 anos e, mais uma vez, o aniversário é sinónimo de festa. Dois dias, dezenas de artistas, sete projetos artísticos e muito sangue severense são os ingredientes para uma festa pensada para todos. Todos os espetáculos têm entrada livre. Anote já na agenda, dias 16 e 17 de Novembro, o CAE está de portas abertas para todos os severenses, literalmente, isto porque, o espetáculo vai sair fora de portas e invadir as ruas. Curioso? Nós explicamos tudo nesta reportagem de antevisão.

 

Não há mesmo desculpas para faltar ao aniversário do Centro das Artes e do Espectáculo de Sever do Vouga. Há ofertas para todos os gostos e idades. Começamos por falar de dois projetos com cunho severense. Como é já apanágio desta instituição, a comunidade volta a ter um papel ativo.

“Do Sacro ao Profano: Ecos de Um Povo” é um projeto musical que será interpretado por dezenas de severenses, uma viagem às memórias e à herança cultural. “Trata-se de uma encomenda da Câmara Municipal de Sever do Vouga / CAE ao maestro e compositor severense Carlos Marques, que parte do repertório do cancioneiro popular e pretende ser uma ovação ao canto sacro e profano, envolvendo como interpretes algumas dezenas de severenses”, destaca Brígida Alves.

Paralelamente, oito mulheres severenses, com a orientação de Maria de Lurdes Costa, estão empenhadas em transformar este outono em primavera. É verdade. Depois de algumas semanas de trabalho estão prontas para pôr Sever em Flor e lançar o desafio ao resto do concelho. A mostra pública do projecto de street art está marcada para dia 16 de Novembro, às 23h00.

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Sever do Vouga foi eleita autarquia familiarmente responsável. O galardão foi atribuído pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. Por ter conseguido alcançar esta distinção por três anos consecutivos a Câmara Municipal vai receber uma bandeira especial, distinguida com palma. Cartão de idoso, apoio à natalidade; apoio ao arrendamento; bolsas de estudo; apoio à recuperação de habitação degradada são alguns dos regulamentos que o Município tem atualmente em vigor. A cerimónia de entrega das bandeiras aos municípios premiados terá lugar amanhã, no dia 21 de novembro, em Coimbra.

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No passado dia 25 de Outubro, foram inauguradas as obras de remodelação da creche e jardim de infância da Santa Casa da Misericórdia de Sever do Vouga. Mantendo a traça atual, as valências ficam assim adaptadas às exigências da atualidade, ao mesmo tempo que estão mais eficientes. A obra contou com o fundo de apoio Rainha D. Leonor, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no valor de 125 mil euros. O obra teve um custo de cerca de 360 mil euros.

José Rocha mostrou-se muito feliz por ver um edifício emblemático, com mais de 69 anos, conhecido por ajudar os carenciados da época com a “sopa dos pobres”, recuperado e adaptado aos tempos de hoje, mantendo a traça atual. “O espaço mantém a beleza e a traça original e está, agora, adaptado às exigências da legislação para o exercício das funções que agora desempenha. Temos todo o espaço necessário, com beleza e arte, para o perfeito desempenho pedagógico que todos os queremos para valorização das nossas crianças”, sublinhou, acrescentando que, depois desta obras, o funcionamento será também mais eficiente. “ Esperamos que a creche e o jardim, agora só com uma cozinha e uma sala de refeições, equilibrem as contas”, defendeu.

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