O Centro das Artes e do Espectáculo de Sever do Vouga assinalou o décimo sétimo aniversário no passado fim-de-semana, dias 16 e 17 de Novembro. Da programação destacam-se duas produções com a comunidade severense: O Espetáculo Do Sacro ao Profano: Ecos de um Povo, que contou com a participação de 60 severenses e a instalação artística: Sever em Flor. Foram, aliás, dois dias em cheio, com uma programação diversificada que quis atingir os diferentes públicos e que contou com uma boa adesão.

Do Sacro ao Profano um espectáculo inédito criado por severenses, sobre severenses e para severenses. Um espectáculo que foi uma viagem às tradições e memórias colectivas e que juntou várias colectividades severenses em palco: Rancho Folclórico de Sever do Vouga; Florinhas de Silva Escura; Grupo Típico de Talhadas; Cantos e Cordas da Universidade Sénior, Cantares do Vouga e Grupo de Bombos da Escola Secundária de Sever do Vouga. Durante quinze dias, cerca de 60 severenses, trocaram o conforto de lar por este projeto artístico. Os resultados não deixaram margem para dúvidas: Valeu a pena. O espectáculo encantou e divertiu, não só a plateia, mas também os participantes.

À porta do CAE as boas-vindas. Uma passadeira em flor, com cores, com histórias, com afetos de oito mulheres que durante semanas criaram este projeto de rua. À frente também o banco e o caixote do lixo, estão diferentes. Bem, mais bonitos. O desafio é continuar rua a baixo, a criar identidade, a florir Sever do Vouga. O projeto foi orientado por Maria de Lurdes Costa e, mais uma vez, à semelhança do ano anterior, onde criaram a manta de retalhos, o projeto deixou a sua marca. No final, Maria de Lurdes Costa falava com orgulho do trabalho colectivo, mas, sobretudo, dos laços que ficam.

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A Encosta da Oliveira - Associação de Desenvolvimento Humano - lançou uma agenda 2019 inédita que pode ser encontrada em vários estabelecimentos do concelho e da região. Paralelamente, criou também um bloco de notas. Ambos os artigos têm um cariz solidário. As receitas angariadas revertem na integra para este projeto social que dá os primeiros passos.

Da primeira à última página esta agenda tem conteúdos inéditos. Conselhos, frases inspiradoras, cores, alegria e boa disposição para encarar o novo ano com um sorriso. Uma ideia inovadora, com a marca desta colectividade concelhia.

A agenda reflete aquilo que são os objetivos da Encosta da Oliveira: promover o bem estar, o equilíbrio e a motivação”, destaca a autora, Bárbara Costa, que adianta que as expectativas estão a ser superadas. “Tanto a agenda como o bloco estão a ter uma excelente adesão, temos recebido encomendas de todo o país”, sublinha.

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Está mesmo aí, o décimo convívio das sopas, em Lourizela. É já no sábado, 24 de Novembro, a partir das 19h00, numa iniciativa da Associação Desportiva e Cultural de Lourizela. Uma década depois, a iniciativa continua bem viva e com o mesmo sabor. Prova que é uma receita de sucesso. Todos os anos, são muitos, cada vez mais, os que fazem deste evento paragem obrigatória. Confirmadas estão já mais de duas dezenas de sopas diferentes. A atividade conta, ainda, com a animação do grupo de Concertinas Amigos de SeVer.

O próximo sábado ficará mais quente para os que decidirem provar as sopas em Lourizela. Há sopas para todos os paladares, há as tradicionais, há as inovadoras... difícil vai ser ter barriga para conseguir provar de todas. Uma coisa é certa, quem por aqui chegar vai levar a barriga aconchegada.

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“Maneiras de Sever” foi uma das iniciativas apresentados no XV Congresso Internacional de Cidades Educadoras. O projeto de design de inovação social foi apresentado durante o encontro que decorreu em Cascais, de 13 a 16 de Novembro. A organização do projeto foi convidada a partilhar a sua experiência enquanto exemplo educativo e pedagógico para motivar os jovens estudantes a dar a conhecer o concelho de Sever do Vouga à sociedade, através de produções artísticas e trabalhos inéditos, que são expostos em cada edição. O convite é assim sinónimo de reconhecimento. O que se faz em Sever do Vouga foi, assim, partilhando com o mundo.

«Este projeto pretende criar um sentimento de pertença e de gosto dos jovens pela sua terra, e esse trabalho deve ser iniciado com os mais novos, para que, quando forem adultos, se tornem, também, nos principais embaixadores da sua terra», recorda Edite Matos, presidente do Conselho de Administração da Fundação Mão Amiga. «Esta é uma forma criativa de mostrarmos aos nossos jovens a riqueza cultural e a história da nossa terra, e evidenciar as potencialidades e qualidade de vida que o concelho lhes pode oferecer».

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Sala cheia na apresentação do livro infanto-juvenil: Rufus. O livro junta duas severenses: Edite Costa Matos (texto) e Sónia Pais (ilustrações). A apresentação decorreu no dia 10 de Novembro, na Biblioteca Municipal e as crianças foram os grandes protagonistas. Rufos relata a amizade improvável entre um cavalo e uma lagartixa, fala sobre solidariedade e é solidário. As verbas vão reverter para a Fundação Mão Amiga.

“Se a obra tiver algum resultado será para a fundação”, garantiu Edite Costa Matos. A história de Rufus poderá ser também a história da Fundação, como fez ver a autora um jovem amigo. “A história é sobre interajuda, é sobre a solidariedade universal, sobre o sentido da vida”, conta.

Sónia Pais falou de “um dia muito feliz e especial”: o dia em que lança o segundo livro que ilustra. A autora falou de um processo criativo difícil que envolveu muitas pesquisas, estudo e experiências. “Foi um parto difícil, confesso que o Rufos partilhou a mesa da minha sala durante meses e meses”.

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