A Severi começou o ano com teatro e é assim que o vai terminar. A Associação Cultural de Expressão Dramática estreia já no próximo sábado, “O Sangue dos Inocentes” - Um drama de SeVer. Um trabalho arrojado que promete fazer chorar os severenses, mas o mais provável é que seja de tanto rir. Depois de várias semanas de trabalho intensivo, os 11 actores voltam a subir ao palco numa peça que cruza histórias de severenses e é, também, um tributo às suas gentes.

Tudo começa num baile. À maneira antiga. Com máscaras e músicas para dançar. Depois há uma história de amor que tragicamente se desenrola. Uma história tão antiga que já ninguém se lembra como começou, uma história de terrenos partilhados e amores contrariados. É assim que começa esta história que desafia os espetadores a rasgarem a quarta parede e entrarem em cena. “Acima de tudo prometemos que vamos surpreender. É um espetáculo que vai imprimir um ritmo vertiginoso, em que o rumo dos acontecimentos vai mudar constantemente... Vamos brincar entre a verdade e a ficção, entre um emaranhado de histórias habilmente cruzadas, antecipa a Severi que garante que o espetáculo vai surpreender. “É uma produção fora da caixa. Quisemos arriscar, explorar novos mundos. Tem sido um desafio muito exigente e aliciante, temos vindo a explorar novas técnicas”.

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No passado dia 24 de Novembro, as meninas da ACRPV fizeram a sua primeira apresentação em patinagem artística. O espectáculo decorreu no VI Festival de Patinagem Artística, em Cucujães, numa iniciativa do CD Cucujães. “Apesar da sua curta experiência na modalidade, deixou-nos orgulhosos e esperançosos quanto ao futuro”, destacou a coletividade.

Também a escola de patinagem continua em força. Como avança a ACRPV, “Continua a atividade dos nossos cerca de 30 jovens patinadores que, aos sábados de manhã, continuam a aperfeiçoar e evoluir na Patinagem, para seguimento da variante de Hóquei em Patins ou Patinagem Artística.

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Mais de 250 pessoas participaram no Convívio das Sopas, que decorreu no passado dia 25 de Novembro, em Lourizela. Uma década depois, a iniciava organizada pela Associação Desportiva e Cultural de Lourziela, está bem viva e é já uma atividade com raízes fortes. Foram mais de 30 as sopas que aqueceram a alma dos participantes, num encontro solidário já que metade das receitas reverteram a favor dos Bombeiros Voluntários de Sever do Vouga. A colectividade já entregou à Associação Humanitária 650€. Mais uma vez, o convívio serviu, assim, para promover sabores tradicionais e, mais uma vez, levou muitas pessoas a Lourizela para uma noite de convívio.

Lá fora o frio e a chuva. Dentro, na tenda das sopas, um cenário diferente. As sopas depressa aqueceram os participantes, que entre conversas, gargalhas e até um pezinho de dança, bem acompanhados pelas Concertina de SeVer, lá iam provando uma e outra sopa.

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Não há duas sem três, diz o ditado... mas no caso de Nuno Madureira o ditado vai mais longe... não há três sem quatro.... quatro vitórias, quatro títulos, quatro campeonatos consecutivos. Mais uma vez, o piloto da Turma dos Melhores, de Rocas do Vouga, foi o mais rápido, nas corridas de rolamentos, e venceu o Campeonato Nacional de Desportos de Inércia, desta vez na categoria Madeira e Ferro, rolamentos até doze centímetros. A entrega dos prémios foi no passado dia 17 de Novembro. O Jornal Beira Vouga esteve à conversa com o piloto que, através desta sua paixão, tem levado o nome da freguesia e do concelho cada vez mais longe.

Com o emblema de Rocas do Vouga ao peito, Nuno Madureira continua a ser o rei dos carrinhos de rolamento. Esta época a prova foi mais difícil, porque abraçou um novo desafio, mas no final, o resultado foi o mesmo: o sabor da vitória. “Habitualmente competia na categoria madeira, mas, este ano, não houve o mínimo de inscrições necessárias e não abriu. Optei por me inscrever na categoria, MF12 (madeira e ferro com rolamento até 12 centímetros). O arranque foi difícil, porque tive que alterar o carro, só na terceira corrida é que estava afinadinho. Por outro lado, houve mais competição, apareceram outros pilotos... foi mais renhido”, conta o piloto.

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No passado dia 24 de Novembro, a Jovouga estreou mais uma projeto artístico que juntou a dança ao teatro. “Uma mensagem de esperança”, com a encenação de Joana Figueira. A peça levou ao palco desde crianças a adultos da União de Freguesias de Cedrim e Paradela.

O principal objetivo da criação de Joana Figueira passou por mostrar a integração quer na saúde, educação, trabalho, principalmente a nível social, dos refugiadas da Síria em Portugal. A Jovouga deixou, assim, através da dança e do teatro uma mensagem de paz, solidariedade e tolerância.

A peça retratou a vida de uma família na Síria, em que os progenitores foram assassinados a sangue frio perante o olhar dos filhos. A história começou assim com a guerra, destruição e sofrimento. Portugal foi o destino onde a restante família tentou recomeçar as suas vidas.

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