Ana Paula Silva, 48 anos, dirigente sindical da função pública em Sever do Vouga. Diz “ser uma mulher de causas”, com o “sentido de justiça” muito apurado. Há mais de dois anos nesta função, gosta de dar o seu contributo pela luta dos trabalhadores. Estivemos à conversa com esta líder que nos fala sobre o trabalho que desempenha uma dirigente sindical e afinal qual é a importância de ser ou não sindicalizado.

De Paraquedas. Foi assim que Ana Paula Silva chegou a dirigente sindical da função pública em Sever do Vouga. “A dirigente à época, naquela altura, não tinha tanta disponibilidade e pediu-me para ser delegada. Acabei por ir eu a muitas reuniões do sindicato. Não podia assinar as actas, mas, pelo menos, ia saber informação para Sever do Vouga”. Coincidências da vida que vieram despertar uma vocação que sempre teve. “Sou natural de Lisboa, mas vivo em Sever do Vouga há mais de 25 anos. Cheguei a pôr dias de férias para ir às manifestações a Lisboa. Vi os meus pais a lutarem muito pelos seus direitos, antes do 25 de Abril e, portanto, é nossa obrigação preservar os direitos que outros conquistaram”, defende, acrescentando que “desde que se lembra, sempre foi sindicalizada”.

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