O projeto “Just a Change” regressou a Sever do Vouga para, mais uma vez, promover a mudança. Durante duas semanas, 42 voluntários recuperaram oito casas no concelho. Jovens de todo o país, meteram mãos à obra e trocaram parte das suas férias por esta causa social. Fizeram a mudança, não só nas casas, mas, sobretudo, na vida das pessoas. O Jornal Beira Vouga foi visitar uma das casas beneficiarias no concelho e esteve à conversa com alguns voluntários que nos falam de uma experiência que vão levar para a vida.

 

Estivemos em Rocas do Vouga, numa das oito casas beneficiárias. Vimos fotos de antes e dificilmente acreditávamos no depois, se não estivesse ali, mesmo em frente aos nossos olhos. A casa parecia outra. As paredes dão gosto de ver, acabadas de pintar, as portas, ainda têm o cheiro a verniz que se mistura com a brisa do dia. Ouve-se um burburinho, há aqui vida e alegria. São cinco os voluntários nesta casa. Trabalham, dia-após-dia, sempre com boa disposição. Há gargalhadas, há histórias contadas, há orgulho no trabalho que já desenvolveram. Começaram como desconhecidos, dias depois, já são amigos. É, também, de laços este projeto. Diferentes percursos, diferentes modos de vida que se cruzam em prol de um objetivo comum: ajudar. Um vetor central que consegue fazer brotar amizades para a vida. Aliás, é mesmo, este o mote deste projeto. Mais do que a mudança nas casas, a prioridade é mesmo mudar a vida das pessoas. Antes de tudo, “Just a Change” é um projecto que vive de afetos. O semblante do beneficiário desta casa não nos deixa mentir. Vê-se um sorriso, os olhos a brilhar. O rosto transborda esperança. É um recomeço.

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A Banda Sinfónica da ARMAB - Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca venceu a primeira categoria do, por muito considerado o mais antigo e importante concurso de Bandas de Música do Mundo: O “Certame Internacional de Bandas” que se realizou em Valência, no passado dia 21 de Julho. Este festival vai já na 132ª edição. Nunca uma banda portuguesa tinha vencido antes. A Banda albergariense, sob a batuta do maestro Paulo Martins, conquistou o júri, conseguindo uma pontuação de 370 pontos. Na segunda posição ficou a Banda Municipal de Música de Punta Úmbria, com 340.5 pontos (Huelva – Espanha) e na terceira a Banda de Musica Municipal de Silleda, com 325 pontos (Pontevedra – Espanha). O seu primeiro número foi um pasodoble chamado “Amigos da Branca” de Teo Aparício-Barberán, depois a obra obrigatória “Joglaresca” de Francisco Bort Rámon. Por último tocou a obra livre “Sinfonia nº. 2 (movimientos 1º., 3º. Y 4º.) de Luís Serrano Alarcón.

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Ariana Tavares esteve em destaque no campeonato no “youth skyrunnin world championships” - Campeonato Mundial de Corrida de Montanha Jovem que se realizou em L' Aquila, Itália, de 3 a 5 de Agosto. No domingo, 5 de Agosto, a jovem completou o exigente traçado da gransasso Skyrace em 4:15:33. “Um resultado fantástico num ambiente muito competitivo”, destacou a sua equipa, Viseu Running Team. A severense também competiu no quilómetro vertical. “Ariana Tavares fez o melhor resultado português no setor feminino alcançando a meta após 3,5km em 1h e 28 segundos ficando numa honrosa 11ª posição. Uma grande estreia dupla de Seleção e kms verticais”, sublinha a mesma fonte.

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Com uma tenda duas mochilas e pouco mais. Foi assim que dois severenses, Joana Nogueira e Tiago Pinho, partiram há cerca de dois meses de Sever do Vouga para descobrir o mundo. A aventura começou em Budapeste e o objetivo é ir da Europa a, pelo menos, à Índia, por terra. Depois de poupanças, planos, avanços e recuos os dois jovens deixaram os empregos, a rotina do dia-a-dia, para uma viagem de oito meses. Sem marcações. Vão por aí, à procura de novas pessoas, novos costumes. Fogem aos cartões de visita típicos dos turistas, das vistas rápidas para a fotografia da praxe. Procuram colecionar momentos, entrosar-se com outras culturas, mergulhar em diferentes realidades. O nosso leitor já deve estar a fazer contas, a quanto custa viajar, de país em país, durante oito meses. Talvez o consigamos surpreender. Boleias, comidas feitas em casa, dormidas na tenda e nada de compras supérfluas, fazem reduzir e muito a fatura deste casal que desafia o comodismo e consumismo, não esperando para amanhã, para viver hoje.

Depois de dois anos de preparação, poupanças e uma planificação detalhada da aventura, Joana e Tiago puseram-se às estrada. “A ideia de fazer um gap year surgiu principalmente devido a dois factores: primeiro, sempre tivemos vontade de viajar de uma forma que nos permitisse estar mais tempo nos destinos, conhecer as pessoas, e integrarmo-nos um pouco na sua cultura; Segundo, porque nos apercebemos que o estilo de viagem que gostamos de fazer é muito barato, o que nos permite viajar por mais tempo”, contam ao Jornal Beira Vouga.

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“O folclore é uma família” foi esta a máxima que o Centro de Recreio e de Cultura de Rocas do Vouga deixou clara, com a promoção do XXXVI festival de folclore que decorreu no passado dia 4 de Agosto e que reuniu, em Rocas, algumas centenas de pessoas. Foi uma noite de tradições, de memórias, de cultura. A festa foi de convívio e contou com o regresso de muitos emigrantes. Foi o recontro de famílias. O festival foi uma mostra de várias regiões, para além de Rocas do Vouga, passaram pelo palco representantes de Oliveira de Azeméis, Vouzela e Cantanhede.

Em Sever do Vouga as tradições continuam bem vivas e assim vão continuar nas próximas gerações, a avaliar pelos jovens que integram o Rancho Folclórico de Rocas do Vouga. Dançaram com alegria e entusiasmo e mostraram que o património da freguesia e do concelho não estão esquecidos, antes pelo contrário. São homenagens, neste museu vivo que é o Rancho Folclórico de Rocas do Vouga.

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