A morte por rotura de Aneurisma da Aorta Abdominal (AAA) é algo que devia ser raro no século XXI. Infelizmente tal não acontece e o número de casos tem-se mantido mais ou menos estável.

 

Sabemos que apesar de todos os avanços terapêuticos no tratamento do AAA e dos cada vez mais sofisticados sistemas avançados de suporte à vida, a mortalidade global por rotura tem sofrido apenas reduções marginais. Cerca de 80% das situações continuam a ocorrer, e destas, cerca de metade traduzem-se por morte súbita. Estas mortes são em grande parte evitáveis. O diagnóstico precoce é a chave para solucionar este problema.

Do ponto de vista clínico, o AAA não origina, na grande maioria dos casos, qualquer sintoma, sendo muito frequente a primeira manifestação ser a rotura. É necessário ser pró-activo se pretendermos diagnosticar atempadamente um aneurisma.

Está bem determinado qual o grupo populacional em risco de desenvolver um AAA, conhecemos os chamados factores de risco e temos métodos de diagnóstico muito eficazes, seguros e pouco dispendiosos.João Albuquerque e Castro

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