A Associação Florestal do Baixo Vouga (AFBV) promoveu uma sessão de esclarecimento sobre as AFA: Áreas Florestais Agrupadas, no passado dia 5 de Dezembro na Biblioteca Municipal. Com casa cheia foram apresentados alguns projetos-piloto que deixam a mensagem: juntos somos mais fortes. Redução de custos, uma maior gestão do espaço e a diminuição do risco de incêndios foram algumas das vantagem apresentadas nesta sessão para um plateia de produtores florestais.

António Loureiro destacou o papel da Associação Florestal do Baixo Vouga no apoio aos produtores florestais, destacando a “capacidade técnica e experiência de mais de 15 anos”, elogiando, também, o facto de “cada vez mais produtores estarem nas acções de formação” o que, nas suas palavras, significa que se “revêm na associação e no trabalho desenvolvido pela mesma”. Sobre a gestão conjunta dos espaços, o Presidente da Câmara acredita que traz “um conjunto de benefícios”, deixando alguns exemplos, tais como: “a redução de custo, uma maior gestão do espaço e diminuição do risco de incêndios”.

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Albergaria-a-Velha é a capital do Pão de Portugal e agora é também a rainha do Bolo Rei. É verdade, é aqui que se produz o melhor bolo rei tradicional do país. O feito foi conquistado pela Confeitaria Framboesa que conquistou o júri e conseguiu distinguir o seu produto entre os mais de 300 bolos a concurso, de Norte a Sul do País. Na estreia no concurso da ACIP – Associação de Comércio e da Indústria de Panificação, que vai já na sexta edição, a Framboesa conquistou o lugar mais cobiçado. O bolo rei tem feito a delícia de quem passa por Albergaria. Todos os dias são vendidos algumas centenas de bolos reis.

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O Agrupamento de Branca esteve em festa no passado dia 30 de Novembro. Realizou a já tradicional cerimónia de entrega de prémios de mérito que este ano veio distinguir 73 alunos que se distinguiram pelos resultados. A iniciativa decorreu no Centro Cultural da Branca e contou com vários momentos culturais promovidos pelos alunos.

“Esta distinção é destinada ao alunos com resultados excelente”, explicou Manuela Brandão. Com esta cerimónia a diretora do Agrupamento quis homenagear os alunos, mas também “todos os que têm uma quota parte no mérito dos alunos”, defendeu, referindo-se a pais, professores, pessoal não docente

Já Pedro Santos referiu que estes prémios são atribuídos consoante as regras definidas em regulamento, contudo, como defende, no Agrupamento de Escolas há muito mais alunos de mérito, para além dos 73 distinguidos. “Alunos com boa educação, bons companheiros, bons colegas, bons filhos... isso é ser um aluno de mérito”, defendeu.

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A Livraria Municipal de Albergaria-a-Velha promove uma campanha especial de Natal. Até 31 de Dezembro, há descontos de 50 por cento em cerca de duas dezenas de artigos.

No Arquivo e Biblioteca Municipais é possível encontrar livros a partir de 1,25 euros até 12,5 euros. Na sua maioria são obras de História local que abordam diversas temáticas como as Invasões Francesas, o Cineteatro Alba, as Mamoas do Taco ou relevantes documentos históricos, como a Carta de Couto de Osseloa e os forais de Angeja, Paus e Frossos. Há ainda poesia, literatura infantil e obras de divulgação turística.

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Decorre na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, no passado dia 22 de Novembro, a apresentação da 11ª edição da ExpoFlorestal. O encontro que contou com uma forte adesão, deu o pontapé de saída para o maior evento da floresta, na Península Ibérica que se realiza de 17 a 19 de Maio do próximo ano, com o tema: “Por uma Floresta Viva”.

António Loureiro defendeu a importância da ExpoFlorestal para o país, uma oportunidade de discutir um futuro da floresta com “uma perspetiva construtiva”. Para o Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha “ o sector florestal é dos poucos sectores que se faz bem no nosso país, sendo um dos poucos que acrescenta valor”. O Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha foi mais longe, defendendo que “o sector da floresta é “uma referência pela Europa e pelo mundo fora”. O autarca não poupou elogios à fileira que, tem sabido sempre vencer “as dificuldades e adaptar-se às novas necessidades”. Como referiu, o sector florestal representa um “complemento de rendimento de mais de 1.2 milhões de euros para os portugueses, relativos à venda de produtos florestais”. “Não há nenhum sectores da economia portuguesa que distribua tanta riqueza”, defendeu. Terminou com uma mensagem de optimismo relativamente à floresta que considera ser “um dos maiores patrimónios do nosso país”.

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