A Carne Marinhoa é uma carne com identidade. Uma carne que se cruza com a história, os costumes, tradições e saberes de uma região. É um produto diferenciador, com uma qualidade de excelência. É também, contudo, uma carne em risco que poderá, inclusive, num futuro próximo, ficar extinta. Nos últimos anos, há sinais positivos que vêm contrariar esta tendência. Produtores, associações e municípios têm reconhecido o potencial do produto e apostado na sua promoção. Com o desenvolvimento do Baixo Vouga Lagunar, com mais território disponível, surgem novas oportunidades para o desenvolvimento do primeiro sector da economia, sendo a produção de gado, nomeadamente a carne Marinhoa, uma das possibilidades sustentáveis que pode ganhar força. Neste contexto o Beira Vouga promove nas próximas edições um trabalho jornalístico para melhor dar conhecer este produto da região, tendo, naturalmente, um enfoque especial no concelho de Albergaria-a-Velha.

Nas recordações dos mais antigos permanece as memórias das pintas amarelas no prado verde. A memória das feiras, dos trabalhos agrícolas em que eram os bois marinhões a força motriz. A memória da raça Marinhoa que, tendo o Vouga como pano de fundo, desenvolveu características únicas. Mudaram-se os tempos. O sector primário recuou, as máquinas revolucionaram o sector agrícola e, a pouco e pouco, a raça Marinhoa foi perdendo produtores e consequentemente efectivos. Estava quase desaparecida, mas, graças a alguns produtores que sempre persistem, em 1992, nasce a Associação de Criadores de Bovinos de Raça Marinhoa com dois objectivos bem definidos: A conservação da Raça Marinhoa e a sustentabilidade económica do produto. Um passo determinante para que a Marinhoa continue viva nos 19 concelhos em que é produzida, inseridas na zona lagunar do baixo Vouga. Treze concelhos em Aveiro e seis em Coimbra.

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Em Albergaria-a-Velha prepara-se a todo o vapor aquela que é a terceira edição do (Des) envolve-te. Mais uma vez, no Cineteatro Alba, será dedicado um dia para refletir sobre o empreendedorismo, as oportunidade e as melhores formas de agarrar o futuro. Palestras, testemunhos, networking e muito mais... tudo isto estará em destaque no próximo dia 21 de Setembro em mais uma iniciativa do CLDS “Albergaria IntegraT, com o apoio do Município e do Conselho Municipal da Juventude”. Esta que é a terceira edição chega com muitas novidades, a começar por um Color Run que promete fechar a iniciativa com chave de ouro.

Depois de duas edições de sucesso, marcadas pelo crescimento, as expectativas estão em alta para uma edição que quer seguir a tendência. “As edições anteriores deste evento foram um sucesso e este ano as expectativas são ainda maiores”, garante a organização. No Cineteatro Alba os trabalhos decorrem das 9h00 às 17h00. Mais uma vez, várias personalidades reconhecidas nas mais diversas áreas, que se disponibilizam a dar o seu testemunho pessoal e profissional de uma forma inspiradora e dinâmica vão marcar presença. A entrada é gratuita.

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Pedro Martins, 26 anos, é o mais recente empreendedor a instalar-se na Incubadora de Empresas de Albergaria-a-Velha com o Capsi Creative Studio. O jovem pretende desenvolver soluções criativas para empresas na área do design, marketing e publicidade, transformando um part-time no seu projeto de vida.

Foi ainda na universidade que Pedro Martins, juntamente com um grupo de colegas, começou a trabalhar como freelancer na área criativa. O retorno dos clientes foi positivo e o número de pedidos começou a aumentar, o que o levou a investir tudo na criação da sua empresa.

“O conceito da Capsi Creative Studio passa por criar ou redesenhar marcas para empresas ou produtos. Ajudamos o cliente a criar uma marca forte para entrar no mercado e acompanhamos o seu processo ao longo do seu crescimento com desenvolvimento de vários suportes publicitários e planos estratégicos para que a sua marca seja reconhecida”, explica Pedro Martins.

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Mais uma vez, Albergaria-a-Velha vai ser invadida por fazedores de arte. As motivações são simples dinamizar o centro da cidade, ao mesmo tempo que se aproxima os participantes dos artistas e da cultura. Falamos da quarta edição “Dos Modos Nascem Coisas – Festival de Fazedores de Artes”, uma receita de sucesso que resulta de uma parceria da AlbergAR TE – associação cultural e da Câmara Municipal. Entre 14 e 16 de Setembro, as manifestações culturais vão ser uma constante. Espetáculos, animações, oficinas, conversas, mostras e muito mais, Paralelamente, decorre um mercado tradicional. Destaque ainda para mais uma edição do projeto artístico comunitário Orquestra (in)Quieta que vai juntar os albergarienses e a música.

Dos Modos Nascem Coisas é um festival dedicado às artes, um conceito aberto sobre a criação artística em geral, contemplando tanto as artes e ofícios tradicionais como contemporâneos e as diversas artes performativas, da Música ao Teatro, do Circo à Performance que, de edição para edição não para de crescer. “Sem ser elitista, pretende-se trazer propostas artísticas mais arrojadas a um público que normalmente não está aberto nem habituado a essas mesmas expressões”, explica a organização. Ao longo do evento, o público vai poder conviver com artistas/ criadores emergentes e de referência, “construindo um tecido vivencial assente numa trama inovadora de cruzamentos de vários modos de ser, de fazer, de sentir, de ser, de comunicar…”

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O Município de Albergaria-a-Velha aumento o número de camas no Albergue dos Peregrinos. No total foram colocadas mais oito camas, estilo beliche. Actualmente, o espaço dispõe de um total de 29 camas. A medida é uma resposta ao aumento da procura, desde a sua inauguração em Abril de 2015.

Até ao passado mês de julho, tinham passado pelo equipamento 3115 peregrinos, a maioria estrangeiros. Em 2018, de Abril a Julho (no inverno o albergue está encerrado), estiveram alojados 515 peregrinos, um aumento de cerca de oito por cento em relação a igual período do ano passado. Para a Câmara Municipal, e evolução positiva do número de dormidas justifica um aumento do número de camas, de forma a acomodar, confortavelmente, as pessoas que escolhem o albergue para pernoitar.

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