Há pouca semanas decorreu mais uma campanha de escavações no Monte de São Julião, ma Branca. Depois de na última edição termos falado com o vereador da cultura, Delfim Bismarck, desta vez estivemos à conversa com o PROBA – Proto-história da Bacia do Antuã. Quisemos conhecer melhor esta associação que tem dirigido os trabalhos, o processo moroso destas descobertas e, a importância destas descobertas. O PROBA não tem dúvidas: São Julião tem tudo para se assumir como um sítio arqueológico de paragem obrigatória.

Depois de cinco anos de escavações, não há dúvidas. São Julião é especial. “No país há outros sítios da mesma cronologia, mas todos eles são raros, pois são singulares. Não podemos dizer que existam dois sítios iguais. No quadro regional, do Entre Douro e Vouga, o sítio reveste-se de particular importância, uma vez que são poucos os povoados desta cronologia com este género de intervenção continuada”, destaca António Manuel Silva, coordenador do projeto, não tendo dúvidas que o local tem tudo para ser uma atração turística de Albergaria-a-Velha. “Não temos dúvidas de que o povoado de São Julião, com todas as suas particularidades, poderá potenciar o turismo no concelho de Albergaria-a-Velha. Será mais um ponto de interesse, num concelho com uma oferta já assinalável no que respeita ao património cultural e natural. Com a aquisição dos terrenos onde se localizam as principais estruturas pela autarquia, foi já dado um importante passo... outros serão ainda necessários, envolvendo uma equipa multidisciplinar, para que São Julião se afirme como um sítio arqueológico de paragem obrigatória para quem deseja conhecer melhor o nosso passado”.

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Durante três dias, a Alameda, no centra da cidade Albergaria-a-Velha, virou uma macha de gente. Uma mancha de cultura, de artes, de cores e iniciativas. Decorreu de 14 a 16 de Setembro a quarta edição do Festival de Fazedores, promovido pela AlbergARTE, em colaboração com o Município de Albergaria-a-Velha. De ano para a ano, a iniciativa não para de crescer, quer a nível de programa, com apostas cada vez mais arrojadas, quer a nível de participantes e visitantes. Do programa, um destaque especial para a Orquestra Inquieta que fez uma viagem musical e inclusiva pelo mundo. Músicos profissionais juntaram-se a cerca de oitenta elementos da comunidade albergariense para um concerto, tanto improvável como genuíno.

Cerca de 80 albergarienses deram música em Albergaria-a-Velha, num concerto que junta músicos profissionais a elementos da comunidade. O concerto levou a audiência numa viagem pelo mundo. Esta orquestra inquieta de forma divertida e cheia de ritmo deu a conhecer, através da música, todos os cantos do mundo. Aqui, todos têm lugar. Todos dão o seu contributo para o produto final: Uma música única no mundo. Esta atividade distingue-se pela inclusão e pela intergeracionalidade. O concerto animou a noite de Sábado e contou com uma forte adesão.

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No próximo fim-de-semana, dias 21, 22 e 23 de Setembro, Frossos é paragem obrigatória. Arte e tradição dão as mãos, numa festa que quer ser um ponto de encontro para os fregueses mas também uma mostra para a região do que melhor se faz por aqui. Trata-se de uma organização da Junta de Freguesia de São João de Louro e Frossos. Em declarações ao Jornal Beira Vouga, o presidente da Junta faz a antevisão de mais uma iniciativa que, ano, após anos, tem vindo a crescer. Expectativas em alta para mais uma edição do Arte e Tradição. “Este é um evento que já tem vários anos e que nós temos vindo a manter e a melhorar. De ano para ano, temos conseguido captar mais público”, refere Adalberto Póvoa, que acredita que hoje o evento é já uma marca, não só na freguesia mas também na região. Com entrada gratuita, o evento quer mostrar o que melhor se faz por aqui. Avivar costumes, manter tradições é o mote do evento. Uma das marcas é o artesanato que ano após ano tem tido cada vez mais representação no certame. “É muito gratificante ver que cada vez temos mais artesãos a participar, a divulgar aquilo que melhor sabem fazer”.

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Contagem decrescente para a terceira edição do (Des)Envolve te que se realiza já na próxima sexta-feira. Uma Coorganizado do Município de Albergaria-a-Velha e do CLDS 3G “Albergaria IntegraT, que decorre no Cineteatro Alba, a partir das 9h00 e tem entrada gratuita. Depois de duas edições bem sucedidas, a promessa era continuar a crescer e a surpreender. Ora estas podiam mesmo ser as palavras de ordem desta que é a terceira edição. Com nomes de peso que prometem inspirar a plateia, com testemunhos das mais diversas áreas o (Des)Envolve te afirma-se como um evento pertinente e que fazia falta para todos os que querem agarrar o futuro. Um Colour Run é a cereja no topo do bolo. A encerrar o dia, as mentes, já inspiradas, prometem colorir a cidade num momento com diversão garantida.

Onze oradores, onze testemunhos inspiradores, onze motivos para marcar presença no (Des)Envolve te. O paraciclista Telmo Pinão, a chef e food stylist Ann-Kristin Wenzel e o escritor Pedro Chagas Freitas são alguns dos oradores convidados. Mas há muitos mais: João Catalão, coach e autor; Diana Taveira, apresentadora de televisão e CEO de Milk&Black; Joana Leite de Castro, gestora e apaixonada pelo voluntariado internacional; Alexandre Martins, coach de alta performance; Francisco Lopes, account manager da U.DREAM; Ângelo Valente e Sofia Nunes, animador social e gerontóloga do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo; Marine Antunes, escritora e mentora do projeto Cancro com Humor; e Sérgio Lucas, cantor e vencedor do concurso Ídolos.

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No nossa reportagem especial sobre a Raça Marinhoa, nesta edição, estivemos à conversa com Elisabete Guincho, Secretária Técnica do Livro Genealógico Marinhoa. Ao Beira Vouga fala-nos das especificidades desta raça, única no mundo, do que a distingue, dos desafios, mas também das preocupações, entre as quais a ameaça de se extinguir. Em análise, o caso específico do concelho de Albergaria-a-Velha, o segundo concelho do Distrito de Aveiro com maior número de efectivos e que nos últimos anos têm dado o seu contributo para potencial este recurso. Nesta entrevista Elisabete Guincho conta-nos tudo sobre esta carne tão especial que para além do sabor é, também, uma marca do território. “A carne proveniente de animais de Raças Autóctones beneficiam de um aporte genético único, incrementado pelo factor geográfico. Tratam-se de animais perfeitamente adaptados às regiões de onde são originários, sendo alimentados quase exclusivamente do que as explorações produzem e beneficiando de maneios produtivos tradicionais, respeitadores dos seus ciclos biológicos. É a associação entre a genética, a geografia, urografia, cultura, tradição e rigoroso acompanhamento e controlo, que tornam esta Carne única, ou especial, se preferir, estando assegurada a qualidade , a segurança alimentar e o respeito pelas condições de produção, nomeadamente no que concerne ao bem estar animal”, refere Elisabete Guicho, em declarações ao Jornal Beira Vouga.

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