Continuamos o nosso trabalho de investigação sobre a raça marinhoa. Desta vez, fomos conhecer uma exploração albergariense e estivemos à conversa com um jovem produtor, o mais recente no concelho. Carlos Vidal tem apenas 25 anos e decidiu apostar na produção desta raça, um projeto com viabilidade, acredita, e em crescimento. Licenciado em agricultura biológica, decidiu apostar num produto autóctone e apostar no sector primário, em Albergaria-a-Velha e não tem dúvidas, o futuro da raça será risonho e outros jovens vão seguir-lhe o exemplo.

Açores, Vale Maior. É aqui que se localiza o projeto de vida de Carlos Vidal. Um jovem que acredita nas potencialidades dos produtos que “nascem” na sua terra. O gosto que tem por animais, em especial bovinos e a licenciatura em agricultura biológica foram determinantes para “apostar numa raça pertencente à nossa região”, conta, recordando como tudo começou. “ O projeto surgiu, como seria de esperar, com a ajuda dos meus pais que me disponibilizaram, não só as instalações para os animais, como me têm ajudado na compra do efetivo”, recorda.

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O último fim-de-semana em Albergaria-a-Velha e Valmaior foi de festa. As comemorações da freguesia registaram uma forte adesão. As forças vivas do concelho foram as grandes protagonistas, mostraram o seu talento durante o certame, cujas as atividades se espalharam entre Albergaria e Valmaior. Caso para dizer que, nesta freguesia a prata da casa vale mesmo ouro. Em jeito de balanço, Jorge Lemos, mostrou-se muito orgulhoso.

Com casa cheia, o cineteatro Alba presenciou a festa da família, a festa da união de Albergaria-a-Velha e Valmaior. Foi um serão carregado de boa disposição que passou sem se dar por isso. Pelo palco passou muito e variado talento. Da dança, à poesia, à música... muitos artistas passaram pelo Alba. Em comum, o facto de serem talentosos e albergarienses.

No final, Jorge Lemos não podia estar mais orgulhoso. Destacou o facto de a iniciativa estar duvidada por Albergaria e Valmaior, acreditando que os objetivos das comemorações foram cumpridos. Como referiu, “proporcionar uma aproximação entre as colectividades e o público, mostrando o que de melhor se faz ao longo do ano”, era uma dos propósitos da festa. O Presidente da Junta destacou as “excelentes actuações” durante o fim-de-semana e agradeceu aos colaboradores da freguesia, ao executivo e também à Câmara Municipal e, no geral, a todos os que têm vindo a colaborar com a Junta de Freguesia.

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Chegou ao fim a terceira edição do DesEnvolve-te, que decorreu no passado dia 21 de Setembro, em Albergaria-a-Velha. Nesta que é a terceira edição, o evento seguiu a tendência: continua a inovar e a crescer. Se o primeiro foi a novidade e o segundo a confirmação, neste terceiro ano o DesEnvolve-te já tem todas as provas dadas e é já um marca não só no concelho, mas também na região. Trata-se de uma iniciativa do Albergaria IntegraT e do Município de Albergaria-a-Velha

Um dia de inspiração no Cineteatro Alba, foi assim, o DesEnvolve-te. Subiram ao palco onze personalidades, das mais diversas áreas que deixaram uma mensagem clara à plateia: importa arriscar e agarrar o futuro com as duas mãos, trabalhando diariamente uma série de competências. Como fazer a diferença, como acreditar no nosso projeto, como ser mais feliz no trabalho e na vida foram alguns dos temas abordados.

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Aqui a tradição ainda é o que era. Nos dia 21, 22 e 23 de Setembro a Av. Comendador Augusto Martins Pereira ganhou nova vida, foi uma mostra de arte e tradição. Frossos mostrou que sabe fazer e deu a conhecer as sua gentes e as suas associações. Foram dias de alegria e festa, as potencialidades de Frossos foram divulgadas, através da gastronomia, do artesanato e da cultura, numa iniciativa que contou com a visita de algumas centenas de pessoas.

A festa é já uma tradição em Frossos e aqui as tradições não são para quebrar, aliás, são mesmo as memórias que potenciam o certame. Ano após ano, o Frossos Arte e Tradição continua bem vivo e com muito dinamismo. Com a presença de vários artesãos, alguns de outras partes da região, mais uma vez, a iniciativa contribuiu para recordar e avivar costumes.

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Após 10 anos de contestação a Auranca – Associação de Defesa do Património e Ambiente da Branca - vem outra vez à ribalta com o mesmo problema. O traçado da A32, trecho 3, troço Oliveira de Azeméis – Coimbra que uma década depois, continua a ser uma “pedra no sapato”, na freguesia da Branca. Para assinalar a efeméride nada mais nada menos: uma caminhada que mobilizou mais de duas centenas de apoiantes. A iniciativa decorreu na Branca no passado domingo, 23 de Setembro. Mais que uma caminhada, esta acção vem provar que o assunto está longe de estar esquecido na Branca. A luta continua, uma década depois.

António Santos, engenheiro civil, da Comissão de Acompanhamento deu algumas explicações sobre as pretensões já definidas, que são a alteração da DIA – Declaração de Impacto Ambiental e deslocar mais para nascente o traçado dessa autoestrada que não faz falta nenhuma à Branca porque já tem a A1 (que liga Lisboa ao Porto e vice-versa) e a A29 (que dá ligação ao Porto para norte) com ligação à A25 (Aveiro), A17 e A8 que liga a Lisboa pelo Oeste, mas também a Nacional 1 (EN1/IC2), que também liga Lisboa ao Porto e vice-versa.

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