No nossa reportagem especial sobre a Raça Marinhoa, nesta edição, estivemos à conversa com Elisabete Guincho, Secretária Técnica do Livro Genealógico Marinhoa. Ao Beira Vouga fala-nos das especificidades desta raça, única no mundo, do que a distingue, dos desafios, mas também das preocupações, entre as quais a ameaça de se extinguir. Em análise, o caso específico do concelho de Albergaria-a-Velha, o segundo concelho do Distrito de Aveiro com maior número de efectivos e que nos últimos anos têm dado o seu contributo para potencial este recurso. Nesta entrevista Elisabete Guincho conta-nos tudo sobre esta carne tão especial que para além do sabor é, também, uma marca do território. “A carne proveniente de animais de Raças Autóctones beneficiam de um aporte genético único, incrementado pelo factor geográfico. Tratam-se de animais perfeitamente adaptados às regiões de onde são originários, sendo alimentados quase exclusivamente do que as explorações produzem e beneficiando de maneios produtivos tradicionais, respeitadores dos seus ciclos biológicos. É a associação entre a genética, a geografia, urografia, cultura, tradição e rigoroso acompanhamento e controlo, que tornam esta Carne única, ou especial, se preferir, estando assegurada a qualidade , a segurança alimentar e o respeito pelas condições de produção, nomeadamente no que concerne ao bem estar animal”, refere Elisabete Guicho, em declarações ao Jornal Beira Vouga.

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No total são 48 vias de comunicação que vão ser reabilitadas no concelho. Ruas, vielas e travessas... todas as freguesias vão entrar em obras. As duas empreitadas, que compreendem a Zona Norte e a Zona Sul do Concelho, foram adjudicadas no início de Setembro por um valor total de 235 719, 17 euros e têm um prazo de execução de 60 dias.

“O projeto de reabilitação incide sobre diversas infraestruturas rodoviárias municipais que foram afetadas pelas condições meteorológicas adversas registadas entre os meses de fevereiro e maio do corrente ano, e que agravaram as condições de segurança estrutural, colocando em risco a normal circulação de pessoas e veículos”, avança a Câmara Municipal.

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Há cinco anos iniciaram-se as escavações arqueológicas no Monte de São Julião, na Branca. Uma viagem às origens à procura do que fomos no passado. Em Agosto decorreu mais uma campanha. Descobertos foram mais “pedaços” do passado, uma mão cheia de pistas que se junta a outra cheia de mistérios. Ainda há muito percurso para trilhar. Estivemos à conversa com o vereador da Cultura, Delfim Bismarck que nos faz o ponto da situação e reforça a importância deste trabalho de campo para potenciar o concelho de Albergaria-a-Velha turística e economicamente. De baixo da terra há pedaços que contam história. Pedaços do que fomos no passado, pedaços que contribuíram para o que somos hoje. Aqui, no Monte de São Julião, na Branca, houve vida há cerca de 3 mil euros. A missão arqueológica continua no Monte de São Julião na Branca, com a coordenação do Centro Arqueológico de Arouca tem como grande impulsionador o Município de Albergaria-a-Velha que, recentemente, adquiriu o terreno com uma área superior a 10 mil metros quadrados.

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O cantor Alexandre Faria, residente em Albergaria-a-Velha, está a assinalar os 25 anos de carreira. Este foi o mote para estarmos à conversa. Quisemos saber mais sobre a história de um menino que, desde tenra idade, decidiu que era este o seu modo de vida. Do sonho à realidade, hoje, Alexandre Faria tem um carreira sólida no país e no estrangeiro, nomeadamente, na Suíça, onde é muito próximo da comunidade emigrante. Com milhares de discos vendidos ao longo deste percurso, o cantor lançou agora um novo trabalho para assinalar as bodas de prata e que está a ter uma excelente recetividade. O percurso, o sonho, o trabalho, as lutas e o futuro, Alexandre Faria responde a tudo nesta conversa intimista com o Beira Vouga. Pode dizer-se que Alexandre Faria nasceu no meio da música. “Aprendi a gostar de música desde muito cedo, os meus pais eram cantores de folclore”, relata. O gosto de cantar, naturalmente transformou-se num outro sonho: transformar a música num modo de vida. “Apercebi-me que queria ser cantor, quando tinha 17 anos. Tinha já uma série de músicas escritas por mim e partilhei com os meus pais a vontade que tinha de lançar um disco”, recorda.

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No próximo sábado, dia 22 de Setembro, vai haver mais uma explosão cultural no Centro Cultural da Branca. As iniciativas arrancam ás 15h00 e prolongam-se pela noite fora. É o “Live in J”, a festa das artes performativas da Associação Jobra que juntará música, dança e teatro e que marca o arranque de uma nova época.“Este evento cultural vai dar as boas vindas a toda a comunidade escolar da JOBRA EDUCAÇÃO que junta alunos da ART’J - Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra, do CMJ - Conservatório de Música da Jobra e da Made in J - Academia de Artes da Jobra. O LIVE IN J procura valorizar a jovem criação, através da apresentação dos alunos de todas as escolas, além de acolher os encarregados de educação, familiares, parceiros locais, regionais, nacionais e curiosos em geral”, explica a organização. O mote desta edição é os 20 anos da EXPO 98 realizada em Lisboa. “E, se fosse realizada na Branca, como seria? A partir desta ideia "fora da caixa", a Jobra propõe um dia diferente num espaço familiar, em que o mundo caberá na palma da mão”, adianta a mesma fonte.

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